22/08 - Confira o Perfil de José Carlos Conceição dos Santos o conhecido Professor Carlão.

Perfil – José Carlos Conceição dos Santos

José Carlos Conceição dos Santos, 54 anos (16/08/53), é graduado em Comunicação Social pela Universidade Federal do Maranhão-UFMA, habilitado em rádio-jornalismo com Especialização em Jornalismo/Ciências de Políticas Públicas. Exerceu várias funções em rádios e jornais de São Luís e nos governos municipais de Gardênia Gonçalves, Jackson Lago e Conceição Andrade. Foi assessor do ex-vereador e atual Deputado Federal (PTB) Pedro Fernandes. É professor, orador, jornalista, maçom-goam, poeta, Coordenador do CAMPUS III –UFMA/Bacabal, pleiteante de cátedra literária na Academia Bacabalense de Letras. Casado com a senhora Rita Rodrigues dos Santos (professora graduada em letras pela UEMA, em fase de especialização em literatura portuguesa). Criador da Coluna “Colunaço” e assina as crônicas da mesma coluna há quatro anos no Jornal O Folha. Sua frase é: “O tempo só não é bom, para quem não pode ou não sabe esperar”.

JORNALISMO

O desenvolvimento da imprensa dá-se em função do progresso nas regiões, incluindo aí diferenças de lugar, etc. essa oscilação dos jornais, está relacionada á urbanização, comércio e ás ações dos campos econômico-social. Então resume-se que sociedade e jornal, caminham juntos. O importante é a diária superação aos bloqueios que travavam a imprensa em Bacabal. Um jornal surge em função da carência de urbanização, da pobreza, do berrante analfabetismo e da não presença do Estado.

O papel do jornalismo é informar a exclusão social, racial, o modelo econômico não independente, corrupção, etc. O jornal(ismo) avança conforme os passos do fator desenvolvimento, mas enfrenta dificuldades idênticas às econômicas, morais, sociais, políticas e culturais-educativas. Um jornal exerce papel importante na formação da informação factual noticiosa, levando inclusive seus leitores á reflexão  sobre assuntos diversificados como: educação e sua qualidade, tecnologias e seus avanços, graduações e especializações em nível superior, imprensa em seus avanços e retrocessos, segurança, saúde, habilitação, atividades comerciais, administrativas, sociais e econômicas, esportivas e culturais, censura etc. A fila anda, a sociedade está fortalecida e molda-se às produções televisivas, radiofônicas e jornalísticas responsáveis. Esses empreendimentos de comunicação social, deviam empunhar bandeiras que interessam a maioria da população, só que usam, um cenário complexo, onde fundem-se variantes como as de ordem estadual, política, empresarial e econômica. Apesar dos passos titubeantes, a imprensa convive com as diferenças sociais e econômicas e tudo          que ocorre de desdobrável na sociedade. É preciso ter um olhar desenvolvimentista (linguagem jornalística, qualidade da produção radiofônica e televisiva, etc...) para a imprensa em seu todo. E a nossa como está?

Por: Cláudio Cavalcante