21/10 - Morre vereador baleado na Barra da Tijuca

Morreu às 12h20 desta terça-feira (21) o vereador Alberto Salles (PSC-RJ), baleado na manhã desta terça-feira (21) na Avenida Ayrton Senna, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. As informações são da Secretaria municipal de Saúde.

 

Alberto levou três tiros na cabeça e chegou a ser levado com vida para o Hospital municipal Lourenço Jorge, também na Barra, mas não resistiu.

 

Duas testemunhas disseram que os disparos contra o carro oficial do vereador foram feitos por ocupantes de uma moto e de um carro. As informações são da delegada Jaqueline Diniz, da 16ª DP (Barra da Tijuca).


A delegada disse ainda que, segundo as testemunhas, um dos suspeitos estaria usando uma camiseta vermelha. Peritos já estiveram no local.


O carro oficial foi recolhido por volta das 11h30 e encaminhado para a perícia.

 

Motorista também foi baleado

Segundo a Secretaria, o motorista José Natalino da Silva, que estava junto com o vereador, levou um tiro no tórax e iria ser operado, mas um segundo exame constatou que não há necessidade de cirurgia já que a bala não ficou alojada e nem perfurou nenhum órgão vital. Seu estado de saúde é estável.

 

O vereador, tinha 36 anos, era empresário na Zona Oeste e não foi reeleito para um terceiro mandato. Ele pedira, no fim de agosto, proteção à Polícia Federal depois que seu assessor foi baleado. Salles denunciou ainda que estava sofrendo ameaças por se recusar a dar um fuzil para traficantes de uma comunidade em Honório Gurgel, no subúrbio. Ele lamentou não ter recebido a proteção solicitada. 

 

Assessor já tinha sido baleado

 

O assessor, identificado como Marcelo Vieira, que é bombeiro, foi baleado na Rodovia Presidente Dutra na altura da Pavuna, no subúrbio, no dia 12 de agosto, quando voltava de carro para sua casa em Mesquita, na Baixada Fluminense.

No ação, os criminosos numa moto encostaram no veículo do assessor e efetuaram os disparos. Um tiro atingiu uma das pernas da vítima. Ele foi socorrido no Hospital Getúlio Vargas, na Penha, também subúrbio, onde recebeu atendimento e foi liberado.