29/10 - Arma que matou Laurixto é de uso exclusivo da polícia

SÃO LUÍS - O empresário Joaquim Felipe de Sousa Neto, o Joaquim Laurixto foi seguido nesta manhã, por dois motoqueiros. A afirmação é da Polícia Civiil, que trabalha com a hipótese de que empresário já vinha sendo monitorado pelos criminosos. Um outro detalhe nas investigações é de que a pistola utilizada no crime é de uso exclusivo das Polícias Civil e Militar.

O empresário deixou a Penitenciária de Pedrinhas por volta das 6h da manhã em direção à casa do irmão no bairro do São Cristóvão, onde também funcionava a construtora dele. O assassinato aconteceu na avenida Lourenço Vieira da Silva, próximo ao Terminal de Integração do São Cristóvão por volta das 6h 45.

De acordo com informações de familiares, Joaquim Laurixto já estava em regime semi-aberto. Dormia todos os dias na Penitenciária de Pedrinhas e pela manhã seguia para o local, onde retomava seus negócios. No local, funcionava a construtora e servia de garagem para caçambas e tratores. No final do dia, por volta das 19h, retornava para Pedrinhas.

Nesta manhã, Laurixto saiu da Penitenciária e se dirigia para a Construtora, no São Cristóvão. Ele conduzia um veículo Gol preto, sem película, de placas NHP 7241, de vidros fechados e com ar condicionado. Ao chegar na porta do local, perguntou ao vigia pelo irmão Bita. O vigia afirmou à família ao dar as costas para Joaquim, o vigia já ouviu os disparos, mas não conseguiu identificar os autores pelo crime.

Imirante.com e Rádio Mirante AM