13/12 - A história maçônica de Luiz Gonzaga.

Luiz Gonzaga morreu no dia 2 de agosto de 1989, com 76 anos de idade. Seu corpo foi sepultado em Exu, sua cidade natal. Além de renomado artista brasileiro, reconhecido internacionalmente, foi membro da Maçonaria.

O Rei do Baião iniciou na Maçonaria  no dia 3 de abril de 1971, na loja intitulada Paranapuan, no Rio de Janeiro.
Em 1972, alcançou o grau de Companheiro Maçom e no ano seguinte o grau de Mestre. Em 1981, compôs em homenagem à Maçonaria, a música “Acácia Amarela”.

“Ela é tão linda é tão bela
Aquela acácia amarela
Que a minha casa tem
Aquela casa direita
Que é tão justa e perfeita
Onde eu me sinto tão bem
Sou um feliz operário
Onde aumento de salário
Não tem luta nem discórdia
Ali o mal é submerso
E o Grande Arquiteto do Universo
É harmonia, é concórdia
É harmonia, é concórdia”.
José Castellani em seu livro “Dicionário Etimológico Maçônico”. No Egito, as acácias eram árvores sagradas e tinham o nome hieroglífico de shen; na Fraternidade Rosa-Cruz, ensina-se que a acácia foi a madeira usada na confecção da cruz em que Jesus foi executado;  segundo o Tabernáculo hebraico, eram feitos de madeira de acácia: A Arca da Aliança  (Êxodos, 25 – 10), a mesa dos pães propiciais (Êxodo, 25 – 23) e o altar dos holocaustos (Êxodo, 27 – 1).
Na maçonaria, além de ser o símbolo da Grande Iniciação, representa, também, a pureza e a imortalidade, além de ser o símbolo da ressurreição, por influência da tradição mística dos árabes e dos hebreus.